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Escola Ducilla Almeida do Nascimento


Agricultor diz que desmatar Amazônia era 'regra' nos anos 70

Agricultor diz que desmatar Amazônia era 'regra' nos anos 70


O agricultor Graciliano Mota da Silva - mais conhecido em Rondon do Pará como "seu Rogaciano" - foi um dos pioneiros a chegar ao sudeste paraense, em 1971, no embalo dos programas de colonização da região promovidos pelo governo militar.

 

O agricultor Graciliano Mota da Silva e a mulher, Elza, em Rondon do Pará
"Naquele tempo, a coisa era mesmo desmatar, a gente não tinha preocupação. Mas, hoje, já dá pra ver a falta que a mata faz", diz Rogaciano. "Venta muito mais, o que atrapalha a plantação. Também cai mais raio na terra, e mata o gado."

Nascido na Bahia há 85 anos, ele trabalhava em terra arrendada de índios no litoral sul de seu estado natal, antes de desbravar a Amazônia.

"Abri 20 tarefas de mata (um total de mais ou menos nove hectares, nessa antiga medida usada no Nordeste) para plantar cacau", diz o agricultor. "Deu muito bem, mas tinha que dar uma parte da produção para os índios e não estava trabalhando minha própria terra."

Na década de 50, o produtor baiano já ouvia falar da Amazônia como uma fronteira a ser descoberta. "Já naquela época, eu ouvia esse menino que foi presidente, Juscelino Kubitschek, dizendo que a gente tinha que ir para a Amazônia", conta.

Rogaciano diz que achou a terra no Pará "muito rasa (plana), cheia de mata, boa para agricultura" e decidiu que ficaria na região de vez, acompanhado da mulher, dona Elza.

Negociou com os índios na Bahia o que deveria receber pelas benfeitorias trabalhadas na terra e, com o dinheiro, comprou em 1971 um lote de quase 2,5 mil hectares "que tinha um título com data de 1913".

"Essa cidade de Rondon era uma vilazinha de meia dúzia de casinhas de madeira para comprar umas necessidades. Andava com os burricos cheios de carga 50 quilômetros pra ir até a vila e voltar", conta.

"Senhor dinheiro"

Hoje, é possível chegar de carro à casa de Rogaciano por uma estrada de terra muito boa para os padrões dos caminhos amazônicos. A eletricidade ainda não chegou: os postes param cerca de 20 quilômetros antes da terra dele. "Parece que até outubro (a eletricidade) chega", afirma o agricultor.

Ao longo dos anos, foi vendendo pedaços de terra, tirando madeira, fazendo carvão e desmatando para plantar para subsistência e criar vacas leiteiras como negócio. Hoje, sobram a Rogaciano cerca de 100 hectares, mais ou menos a metade transformada em pasto - e a outra metade de mata nativa.

O agricultor diz que não quer desmatar mais nada na propriedade dele. E afirma acreditar que seja possível a Amazônia se desenvolver sem a necessidade de derrubar mais florestas para abrir espaço para pecuária e agricultura.

"Mas, para isso, precisamos do senhor dinheiro. Para produzir sem desmatar, precisamos de financiamentos pra trabalhar a terra direito, para recuperar a terra que já estiver desgastada", reclama.

Rogaciano também lamenta ter que pagar ao governo pela terra que ocupa há mais de 35 anos. "Eu já comprei e paguei por esse terra uma vez. Tenho o papel de quando eu comprei e não tinha como saber, naquele tempo, se era um papel bom ou não", afirma.

Apesar disso, o agricultor diz que entende as razões do governo de cobrar pelo uso de uma terra, que originalmente, era pública. "Nisso, o governo tem razão. Pelo menos estão dizendo que vão dar um prazo de 20 anos para a gente pagar. Aí, vai dar tempo da minha família se organizar para isso", diz.

Rogaciano conta ter cadastrado sua propriedade no programa Terra Legal do governo para tentar obter um título definitivo para a terra. "Vai ser muito bom finalmente ter certeza de que a terrinha é minha mesmo", conclui.

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Escrito por Alice Rabelo às 09h34
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ProUni - Programa Universidade para Todos

ProUni - Programa Universidade para Todos

O ProUni - Programa Universidade para Todos tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais a estudantes de cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. Criado pelo Governo Federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, em 13 de janeiro de 2005, ele oferece, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas instituições de ensino que aderem ao Programa.

Dirigido aos estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais, com renda per capita familiar máxima de três salários mínimos, o ProUni conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, que confere transparência e segurança ao processo. Os candidatos são selecionados pelas notas obtidas no ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio conjugando-se, desse modo, inclusão à qualidade e mérito dos estudantes com melhores desempenhos acadêmicos.

O ProUni oferece também ações conjuntas de incentivo à permanência dos estudantes nas instituições, como a Bolsa Permanência, o convênio de estágio MEC/CAIXA e o FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, que possibilita ao bolsista parcial financiar até 100% da mensalidade não coberta pela bolsa do programa.

O ProUni já atendeu, desde sua criação até o processo seletivo do primeiro semestre de 2008, cerca de 385 mil estudantes, sendo 270 mil com bolsas integrais.
Desde 2007, o ProUni - e sua articulação com o FIES - é uma das ações integrantes do Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE.

Assim, o Programa Universidade para Todos, somado à expansão das Universidades Federais e ao Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - REUNI, ampliam significativamente o número de vagas na educação superior, contribuindo para o cumprimento de uma das metas do Plano Nacional de Educação, que prevê a oferta de educação superior até 2011 para, pelo menos, 30% dos jovens de 18 a 24 anos.

BOLSA PERMANÊNCIA

A Bolsa Permanência é um benefício, no valor de até R$ 300,00 mensais, concedido a estudantes com bolsa integral em utilização, matriculados em cursos presenciais com no mínimo 6 (seis) semestres de duração e cuja carga horária média seja superior ou igual a 6 (seis) horas diárias de aula, de acordo com os dados cadastrados pelas instituições de ensino no Sistema Integrado de Informações da Educação Superior - SiedSup, mantido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

A referida carga horária média é calculada pelo quociente entre a carga horária mínima total do curso, em horas, e o produto obtido pela multiplicação do respectivo prazo mínimo em anos para integralização do curso e o número de dias do ano letivo, sendo este fixado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, em 200 dias letivos. O cálculo da carga horária média será efetuado com base nos dados constantes no cadastro da instituição no Sistema Integrado de Informações da Educação Superior - SiedSup. Os dados acima referidos podem ser consultados na seguinte página eletrônica: http://www.educacaosuperior.inep.gov.br/funcional/busca_instituicao.stm.


PROCESSO DE SELEÇÃO DA BOLSA PERMANÊNCIA

O processo de seleção dos bolsistas aptos ao recebimento da Bolsa Permanência será realizado semestralmente, em janeiro e julho, observada a disponibilidade orçamentária e financeira do Ministério da Educação.


ESTUDANTES APTOS A RECEBER A BOLSA PERMANÊNCIA

Os estudantes aptos a receber a Bolsa Permanência deverão providenciar a abertura de conta corrente individual no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal. Não serão aceitas contas tipo poupança, contas eletrônicas (operação 023 da CAIXA), contas com mais de um titular ou contas abertas com CPF diferente do CPF pertencente ao beneficiário da Bolsa Permanência. Em seguida, o estudante deverá dirigir-se à coordenação do ProUni na instituição em que está matriculado, levando seu documento de identidade, CPF e comprovante bancário com os dados da sua conta corrente, para que seja efetivado seu cadastramento no sistema do ProUni e assinado o Termo de Concessão de Bolsa Permanência.

TERMO DE CONCESSÃO DE BOLSA PERMANÊNCIA

O Termo de Concessão de Bolsa Permanência tem validade semestral.
O recebimento do benefício está condicionado à assinatura do respectivo Termo de Concessão. A assinatura do termo assegurará apenas a expectativa de direito ao recebimento mensal da bolsa, ficando seu efetivo pagamento condicionado à disponibilidade orçamentária e financeira do Ministério da Educação.


ATUALIZAÇÃO MENSAL DA BOLSA PERMANÊNCIA

O recebimento da Bolsa Permanência está condicionado à atualização mensal efetuada pela coordenação do ProUni em cada instituição de ensino superior, por meio do sistema informatizado do ProUni - SISPROUNI, até o dia 15 de cada mês.


IRRETROATIVIDADE DA BOLSA PERMANÊNCIA

A Bolsa Permanência é devida, em qualquer caso, somente após a emissão regular do respectivo Termo de Concessão. Não haverá pagamento retroativo de bolsa, salvo em caso de inviabilidade operacional de execução dos procedimentos de cadastramento ou pagamento, ocorrida em função de inconsistência de processamento que não tenha sido causada por ato comissivo ou omissivo de responsabilidade da instituição de ensino superior ou do beneficiário.


DURAÇÃO E SUSPENSÃO DA BOLSA PERMANÊNCIA

A Bolsa Permanência poderá ser utilizada, exclusivamente, durante o prazo mínimo de integralização do curso, constante do cadastro da instituição no SiedSup, contado a partir do primeiro mês de concessão da bolsa. A Bolsa Permanência será concedida aos bolsistas do ProUni beneficiários de bolsas integrais em utilização, cessando seu recebimento em caso de suspensão, pelo período em que esta persistir, ou em caso de encerramento de tal benefício. O período em que o usufruto da bolsa do ProUni permanecer suspenso será considerado como de efetiva utilização da Bolsa Permanência.


ENCERRAMENTO DA BOLSA PERMANÊNCIA

A bolsa permanência será encerrada nos seguintes casos:

• encerramento da bolsa do ProUni;
• transferência do usufruto da bolsa para curso que não se enquadre nos critérios de concessão da Bolsa Permanência;
• Decurso do período de concessão;
• utilização dos recursos recebidos pelo estudante para outra destinação que não o custeio de suas despesas educacionais;
• constatação de inidoneidade de documento apresentado ou falsidade de informação prestada pelo estudante;
• iniciativa do estudante beneficiado.

Prouni inicia inscrição para a 2ª etapa do processo seletivo do segundo semestre de 2009

Da Redação
Em São Paulo

O Prouni (Programa Universidade para Todos) inicia nesta segunda-feira, 20 de julho, a segunda fase de inscrições para o processo seletivo do segundo semestre de 2009, voltada a candidatos novos ou que ficaram fora da primeira etapa. Os interessados terão até as 21h da próxima sexta-feira, 24 de julho, para se inscrever pela internet.

Nessa nova rodada, serão ofertadas 49.157 bolsas. Para concorrer, o estudante precisa ter feito o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2008 e ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou, em escola particular, na condição de bolsista integral.

Também podem concorrer pessoas com deficiência e professores do quadro permanente da rede pública da educação básica. Professores podem se inscrever para bolsas em cursos de licenciatura, pedagogia ou normal superior e não precisam comprovar rendimentos.

A lista dos alunos pré-selecionados na segunda etapa de inscrições será divulgada no dia 28 de julho. O período para comprovação das informações prestadas vai até 12 de agosto. O acesso à ficha de inscrição está disponível na internet.

De acordo com dados do MEC (Ministério da Educação), entre 2005 (primeira edição) e o primeiro semestre deste ano, o Prouni possibilitou a inclusão de 540 mil estudantes na educação superior particular. Na primeira metade de 2009, foram oferecidas 156.416 bolsas de estudos, das quais 95.694 eram integrais e eram 60.722 parciais. Com as ofertadas no segundo semestre, o ProUni soma este ano 247.643 bolsas.

Novidades

Nesse ano, o Prouni será feito em duas etapas independentes de inscrição: a primeira já está encerrada e ocorreu entre os dias 27 de maio e 5 de junho.

A segunda etapa, que será voltada a candidatos novos ou que ficaram fora da primeira etapa, recebe inscrições no período de 20 a 24 de julho. Esta fase também terá duas chamadas e o processo termina em 14 de agosto.

Durante a inscrição, o estudante deve fazer escolher o tipo de bolsa (se integral ou parcial) e marcar até cinco opções de instituições de ensino, com tipo de curso, de habilitação e de turno. Candidatos com deficiência ou que se autodeclararem indígenas, pardos ou pretos poderão optar por concorrer às bolsas destinadas às políticas afirmativas.

Veja outras informações no edital.


Escrito por Alice Rabelo às 14h01
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Governo pode recomendar prorrogação de férias para evitar contágio de gripe suína

Governo pode recomendar prorrogação de férias para evitar contágio de gripe suína

O governo decide ainda nesta quinta (23) se vai determinar a prorrogação das férias escolares na rede pública para prevenir o aumento do contágio do vírus Influenza (H1N1) entre estudantes.

Técnicos do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação se reúnem para definir em quais municípios as férias serão mais longas e para formular um guia com orientações para pais e responsáveis será divulgado.

Você irá adiar a volta às aulas do seu filho?


"Estamos discutindo essa situação e preparando orientação para pais, professores, alunos e diretores de escolas. Em algumas localidades, não tem o menor sentido [prorrogar as férias] e em outras pode ser uma coisa importante. vamos tratar cada caso como um caso importante. Talvez, dependendo do município teremos uma orientação de estender ou não.

"Algumas escolas do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e de São Paulo chegaram a suspender as aulas ou antecipar as férias para evitar que o risco de contaminação aumentasse. Uma das formas de prevenção da gripe é evitar ficar em locais fechados com muitas pessoas. O Ministério da Saúde ainda recomenda que se lave as mãos várias vezes ao dia e que não se compartilhe objetos e instrumentos pessoais.

 

 



Escrito por Alice Rabelo às 13h58
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Depois do Google Earth, o Google Moon

Depois do Google Earth, o Google Moon



Escrito por Alice Rabelo às 13h25
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Aprender a conviver

Aprender a conviver

 

Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola, já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam o ensino de qualidade.

Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.

A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.

Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.

Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.

Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.

Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. "Espere sua vez para falar", "Não interrompa sua mãe" e "Fale mais baixo" são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...

Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favoreçam esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.

O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.

Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.

Por fim: os professores não "perdem" tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.



Escrito por Alice Rabelo às 13h22
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a href="http://marcelotas.uol.com.br/" title="Blog do Tas">Blog do Tas



Escrito por Alice Rabelo às 13h19
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Obrigado, docinhos de coco

Obrigado, docinhos de coco

 

 

 

Olha o carinho que as "Batutas do Twitter" me fizeram depois do CQC da última segunda. Uma caixa linda, azul royal, com detalhes de coisas que já fiz nessa vida colados nas laterais. Na hora da foto, virei a caixa pra cima e elas quase caíram de susto. Logo vi que tinha coisa frágil dentro. Mas nunca esperava pela surpresa que viria logo a seguir: os docinhos de coco mais deliciosos que já encontrei na vida. Como elas, as batutas.

 

Arigatô, lindinhas.

 



Escrito por Alice Rabelo às 13h13
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Qual o tema de Sarney na Folha de amanhã?

Qual o tema de Sarney na Folha de amanhã?

 

 


Ontem, o jornal O Estado de São Paulo publicou uma série de áudios com conversas telefônicas preciosas da quadril... quero dizer, da família Sarney articulando empreguinho pro namorado da netinha, up-date numa concessão de mais uma emissora de TV no interior do Maranhão e outras pilantragens. Você pode entender a história completa nesse resumo da Rádio Jovem Pan ou no próprio Estadão.

 

Hoje, tem áudio novo (acima, do UOL), com o Zé Sarney pedindo pra Fernando, filho dele, interceder com um "amigo" dele pra dar uma "palavrinha" num processo que, aparentemente, estava na mão do ministro Paulo Galotti, do STJ- Supremo Tribunal de Justiça.

 

Proponho um bolão aqui no blog: qual será o assunto da coluna de José Sarney, que a Folha de S. Paulo teima em continuar publicando na página 2 daquele jornal, todas as sextas-feiras? Semana passada Zé falou sobre o Google. Meu palpite para esta semana: as virtudes de um bom omelete.



Escrito por Alice Rabelo às 13h09
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Jovens perdidos sem GPS

Jovens perdidos sem GPS

 

Um jovem me disse que se considera um consumidor voraz e dependente da tecnologia portátil. Ele conta que aonde vai carrega seu arsenal: telefone celular com múltiplas funções, tocador de músicas, Gameboy, acessórios, diversos pen drives, GPS etc.

Está permanentemente conectado à internet e envia e recebe centenas de mensagens eletrônicas por dia, sem contar o uso de programas de comunicação por imagem e voz. Ao final, ele se perguntou se o uso de tanta tecnologia facilita sua vida ou se a torna mais complexa.

A presença da tecnologia em nossas vidas modificou nossa maneira de conduzir muitas questões. São poucas as pessoas que poderiam viver sem seu celular para falar várias vezes ao dia com a mesma pessoa.

As crianças e os adolescentes, por exemplo, não precisam ficar horas sem comunicação com os pais -que sempre atendem a seus telefonemas no celular. O motivo das ligações? Os filhos querem saber o horário em que os pais devem chegar, reclamar de seus cuidadores, saber o que comerão no jantar e outros assuntos corriqueiros.

Uma mãe reclamou do número enorme de telefonemas diários dos filhos e eu lhe perguntei por que os atendia. Ela disse que sempre temia que fosse algo urgente, só que isso nunca havia acontecido.

Mas a tecnologia se entranhou tanto em nossas vidas que agora não apenas a usamos como também, tão influenciados por ela, a imitamos.Vamos considerar a relação que os pais têm com os filhos.

Algumas décadas atrás, era consenso que educar significava mostrar aos filhos como é a vida e dar a eles algumas direções a serem seguidas, pelo menos temporariamente. Os pais eram a bússola dos filhos. Apontar sempre a direção a seguir -a do grupo familiar- era a função que exerciam.

Os valores, princípios morais, costumes, tradições e virtudes que a família priorizava eram a direção. Ao chegar à maturidade, com autonomia e conhecedores do norte familiar, os filhos poderiam escolher que direção seguir. Pois bem: o mundo mudou, e a relação dos pais com seus filhos também. Hoje, não basta ensinar a respeito da vida. Os pais querem ensinar aos filhos como eles devem viver. De bússola dos filhos, os pais passaram a ser seu GPS.

Esse aparelho, que hoje tanta gente usa, não fornece apenas orientação; é principalmente um sistema de navegação que informa trajetos ponto a ponto. E mais: também mostra como sair de um trânsito pesado, por exemplo, e como evitar determinadas vias. O GPS resolve todos os problemas de quem transita pelas caóticas cidades em que vivemos.

Se você pensar bem, tem sido essa a atuação dos pais. Não há dúvida de que, para os filhos, a situação é bem confortável. Entretanto, há um problema.

Quando o sistema deixa de funcionar ou é desligado, deixa seu usuário completamente desorientado se ele não conhecer o local onde está e aonde quer ir. Talvez essa seja uma das causas da adolescência estendida: os jovens ficam andando em círculos e perdidos sem o GPS.



Escrito por Alice Rabelo às 13h05
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Dia das Mães

Dia das Mães é comemorado em grande estilo
Pela Escola Ducilla Almeida do Nascimento!!!

 

Confira...

 

     ( posicione o ponteiro em cima da foto para aparecer a descrição )

 Diretor Fazendo Homenagem às Mães!‏    Mães no auditório assistindo a Programação‏

 Homenagem às Mães Por Aluno da Escola!!!‏    Assistentes de Saúde Dando sua Contribuição!!!‏

Lanche servido às Mães!!!‏    Contribuição do Pessoal de Apoio da Escola‏

Equipe realizadora do evento - Técnicos ...



Escrito por alirrabelo às 23h04
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